"Há competências que têm vindo a ser valorizadas nas últimas décadas, as que “sustentam atitudes favoráveis à inovação em contextos culturais de mudança.”
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“A educação tem um contributo a dar, mas não através de uma pseudocultura de inovação educacional que dominou a reflexão pedagógica nas últimas décadas. O entusiasmo acrítico pela inovação educacional, porque não reflectido em função dos problemas de base e não processada pelo conhecimento, conduziu ao mimetismo de experiências estranhas, à adopção voluntaristas de experiências não avaliadas e à replicação no ensino de práticas e lógicas de inovação tecnológica ou organizacional que pouco ou nada tinham que ver com a educação”
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