“A primeira resulta da vontade e da opção do cidadão, a segunda de um desígnio do Estado pretensamente em benefício do cidadão e da sociedade.
Mesmo nas sociedades onde o valor social da educação era elevado, o Estado sentiu necessidade de recorrer à acção coerciva visando alguns grupos mais pobres ou socialmente excluídos. Como era reconhecido pelo filósofo e economista inglês Stuart Mill (1806-1873), a pobreza é pouco compatível com a educação.”
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