“Falta sentido de futuro e capacidade de reflexão prospectiva à educação em Portugal. Este éo mais decisivo obstáculo para que possamos superar, nem que seja parcialmente, o atraso educativo…
A elaboração de um estudo renovado era um passo indispensável para permitir um primeiro esboço dos desafios que temos pela frente. A partis daí op debate teria de ser +político e deveria convergir numa nova lei de bases da educação que orientasse as políticas educativas nos próximos quinze a vinte anos, sem pressas nem precipitações, de forma a construir o consenso mais alargado possível em torno da escola do futuro. Uma lei em que a sociedade portuguesa se possa reconhecer e que constitua a base de convergência indispensável à elaboração de uma estratégia sustentável de desenvolvimento.”
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