Num mundo com tendência à globalização, em galopante mudança, o ser humano tenderá, não podendo ser de outra forma, a uma constante reforma, sendo esta dificultada pela consequente redefinição de filosofias e princípios como dos saberes aos três níveis na formação global do cidadão (do “saber estar”, do “saber ser”, e do “saber fazer”). Cabe por isso ao formador a dificil tarefa da incorporação do conceito da necessidade da educação/formação permanente e ao longo da vida, pelos seus formandos.
A imigração tem, segundo o Instituto Nacional de Estatistica, contribuído para a melhoria da taxa de natalidade portuguesa que, mesmo com a crise económica em que, os imigrantes começam a sair e os portugueses voltam a emigrar, o saldo migratório de Portugal deixou de ser negativo, isto é: onde o número de entradas é maior que o número de saídas e por isso um país atraente à imigração, sendo ainda que a necessidade de integração deste imigrantes é urgente e importante (a lembrar pela taxa de natalidade, e o envelhecimento da população na Europa), vem reforçar ainda mais a necessidade da Educação/Formação de Adultos, quer pela integração linguística, quer mesmo, até porque, não sendo regra mas geralmente são a população mais carente em formação académica e profissional, que emigra, com a agravante ainda que, Portugal mantém a taxa de analfabetismo elevada.
Não será portanto, a altura certa de repensar políticas, com vista à profissionalização mas também à alfabetização, uma vez que, os que se incluem neste grupo são os que correm mais riscos de exclusão/marginalização, quer pela pobreza sócio-cultural, quer pela falta de oportunidades ou seja pela exclusão de oportunidades?
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