Em Portugal, grande parte da Educação, ainda, está entregue às Escolas.
A maioria do corpo docente, são mulheres.
Com a componente não lectiva, não discriminada nos horários, muitas mulheres-professoras vêem-se obrigadas a cumprir horas, na escola, que deveriam dedicar à família, ou seja, vêem-se obrigadas a cumprir horários, em que as suas famílias estão em casa, necessitando do seu acompanhamento (Basta passarmos às escolas, para vermos as luzes acesas e estas não são para afugentar os ladrões).
Certo é que, o papel de acompanhar a família cabe também aos pais (homens). Caso assim, não fosse, seria uma desgraça, pois os professores que tanto reclamam a falta de acompanhamento dos pais aos seus educandos, seriam os primeiros a pecar, neste sentido. Mas, na lógica do pensamento que vinha seguindo, o acompanhamento da família deverá ser feito por ambos os progenitores. Sendo assim, veremos que algumas mães-professoras ao verem-se "coagidas" a prestar serviço, com bastante frequência, fora de horas ou seja, depois das 17h 30m (horas a que qualquer expediente normalmente termina, pelo menos, para quem entra entre as 8h e as 9 h.), leva a crer que muitas delas permanecem fora de casa mais de 12 horas e não poderão, nem física, nem psiquicamente (mentalmente), acompanhar as suas famílias e às quais lhes é roubada a oportunidade de ser mãe, de acesso à igualdade no acompanhamento às suas famílias, em relação às outras.
Ser mulher e Ser mãe que lhe é um papel inerente, são direitos que estão a ser violados mas que, ultimamente em prol da crise parece que toda a gente se esquece de respeitar, e falamos nós de cidadania...
A maioria do corpo docente, são mulheres.
Com a componente não lectiva, não discriminada nos horários, muitas mulheres-professoras vêem-se obrigadas a cumprir horas, na escola, que deveriam dedicar à família, ou seja, vêem-se obrigadas a cumprir horários, em que as suas famílias estão em casa, necessitando do seu acompanhamento (Basta passarmos às escolas, para vermos as luzes acesas e estas não são para afugentar os ladrões).
Certo é que, o papel de acompanhar a família cabe também aos pais (homens). Caso assim, não fosse, seria uma desgraça, pois os professores que tanto reclamam a falta de acompanhamento dos pais aos seus educandos, seriam os primeiros a pecar, neste sentido. Mas, na lógica do pensamento que vinha seguindo, o acompanhamento da família deverá ser feito por ambos os progenitores. Sendo assim, veremos que algumas mães-professoras ao verem-se "coagidas" a prestar serviço, com bastante frequência, fora de horas ou seja, depois das 17h 30m (horas a que qualquer expediente normalmente termina, pelo menos, para quem entra entre as 8h e as 9 h.), leva a crer que muitas delas permanecem fora de casa mais de 12 horas e não poderão, nem física, nem psiquicamente (mentalmente), acompanhar as suas famílias e às quais lhes é roubada a oportunidade de ser mãe, de acesso à igualdade no acompanhamento às suas famílias, em relação às outras.
Ser mulher e Ser mãe que lhe é um papel inerente, são direitos que estão a ser violados mas que, ultimamente em prol da crise parece que toda a gente se esquece de respeitar, e falamos nós de cidadania...
8/03/2010
Deve constituir um direito de todos os professores, a regulação dos horários de trabalho, que só muito excepcionalmente, devem prestar serviço após as 17:30, para quem inicia um dia de trabalho entre as 8 h e as 9 h.
Antes de mais estou muito grata pela visita ao meu cantinho assim como pelas Palavras deixadas :-)
ResponderExcluirQuanto ao texto, boa reflexão Filomena...
Pensar que, ainda por cima, o ME considera horário diurno aquele que vai até às 19h40...
E há dias para esquecer mesmo... 8h20-19h40 com furos pelo meio ... de loucos mesmo!
É de facto difícil conciliar tudo e só mesmo com uma capacidade além-de-tudo é que se consegue gerir, o ser-se Mulher-Mãe-Professora
Um abraço